Em comemoração ao Dia Internacional da Enfermagem e do Enfermeiro, a docente do curso, Profa. Dra. Léa Dolores Reganhan, e a coordenadora do curso de enfermagem Profa. Dra. Maria Inês Nunes, comentam sobre a importância dessa profissão e sua atuação na linha de frente contra a COVID-19. 

O profissional de enfermagem tem um papel essencial.

É possível afirmar que a profissão é mais que apenas importante, ela é, por si só, essencial à sociedade, pois é responsável pelo maior bem da humanidade, a saúde, entendida não apenas como a ausência de doença, mas bem estar físico, mental, social e espiritual. E para entender a magnitude dessa essência, citamos Michel de Montaign (1533 – 1592) [...] “É coisa preciosa, a saúde, e a única, em verdade, que merece que em sua procura empreguemos não apenas o tempo, o suor, a pena, os bens, mas até a própria vida; tanto mais que sem ela a vida acaba por tornar-se penosa e injusta.”

O que seria atuar na “linha de frente” da COVID-19?

Atuar na “linha de frente” significa estar ao lado, em tempo irrestrito, de pessoas com a doença mais temida em todo o planeta neste momento. A enfermagem é responsável por inúmeros cuidados, que vão desde a simples, porém indispensável, higiene do paciente até a complexa assistência que demanda uma ventilação mecânica ou uma sessão de hemodiálise.

A enfermagem supre as demandas primordiais da vida das pessoas em processo de tratamento dentro de um hospital. Wanda de Aguiar Horta (1970) afirma que “a enfermagem é fazer pelo ser humano àquilo que ele não pode fazer por si mesmo, ajudar ou auxiliar quando parcialmente impossibilitado de se auto cuidar, orientar ou ensinar, supervisionar e encaminhar a outros profissionais”. Dessa maneira, estar na “linha de frente” e ser responsável pelos cuidados essenciais de saúde significa estar correndo um risco indiscutível de também contrair a infecção pelo Coronavírus.

Como se dá a participação do profissional de enfermagem nesse momento da pandemia?

O enfermeiro atua em conjunto com outros profissionais que integram a equipe de saúde e em tempo integral, na gestão do cuidado direcionado ao paciente e seus familiares. Além disso, o enfermeiro é responsável imediato da assistência prestada pelos demais profissionais que compõem a equipe de enfermagem, o auxiliar e o técnico de enfermagem.

Em se tratando do momento atual, jamais seria possível efetivar o tratamento e a cura das pessoas adoecidas pelo Covid -19 sem a atuação do enfermeiro e da sua equipe, pois os cuidados de enfermagem são essenciais à sobrevivência dos assistidos.

A enfermagem camiliana

Uma formação de qualidade é imprescindível para uma prática profissional efetiva. Nesse contexto, a enfermagem camiliana, ao longo dos seus 60 anos de existência tem primado por cunhar, na formação dos seus discentes, a capacidade de responder adequadamente às prerrogativas do mercado, ao prepará-los para exercer julgamento crítico e avaliação clínica de enfermagem em qualquer cenário de atuação em saúde, bem como contextualizar suas intervenções pautados na cientificidade, com o propósito de garantir sua autonomia nos processos de tomada de decisão do cuidar, a integralidade e humanização do atendimento.

O percurso da experiência do aluno camiliano contribui para uma formação humanizada e ética, que se mostra como um selo de qualidade. Seguramente é a partir desse microcosmos que cooperamos para o desenvolvimento profissional na esfera global, onde os egressos camilianos são multiplicadores de uma formação diferenciada que impacta positivamente a sociedade.

 Fonte: 

Profa. Dra. Lea Dolores Reganham de Oliveira

Profa. Dra. Maria Inês Nunes, coordenadora do curso de Enfermagem

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