Os Camilianos chegaram ao Brasil em setembro de 1922. O iniciador, Pe. Inocente Radrizzani, e seu companheiro de missão, Pe. Eugênio Dalla Giacoma, gostavam de recordar a exultação e deslumbramento que experimentaram à vista da cidade maravilhosa, ainda engalanada por ocasião da celebração do centenário da independência do Brasil que eles estavam adotando como sua nova Pátria.

Hoje os religiosos camilianos estão presentes em sete Estados do Brasil, tendo sua Casa-mãe e suas principais instituições na capital de São Paulo. Mas sua atividade se estende pelo Brasil afora, graças aos colaboradores leigos e aos numerosos profissionais formados em seus institutos de ensino. São representados civilmente por diversas entidades beneficentes que atuam na área religiosa, da saúde e do ensino, inspiradas no Evangelho e pautadas pelas diretrizes pastorais e normas éticas da igreja católica, destacando-se entre elas a “Sociedade Beneficente São Camilo” (na área do serviço à saúde) e a “União Social Camiliana” (na área do ensino). As entidades e instituições camilianas visam servir, da melhor maneira possível e sem discriminação, especialmente as camadas mais carentes do nosso povo, reinvestindo em suas finalidades filantrópicas os eventuais resultados econômicos que possam vir a ter.

Diversos são os hospitais, recantos para idosos, clínicas, postos de saúde, e escolas para a formação de profissionais da saúde, espalhados pelo Brasil. Merecem menção especial o Hospital São Camilo (Vila Pompéia) e o Centro Universitário São Camilo (Ipiranga / Pompéia), em São Paulo, e o Hospital São Camilo e São Luís (em Macapá), com sua irradiação em toda a região carente da bacia do Amazonas. É ideal e empenho dos camilianos garantir saúde holística e condições de vida digna a todos, com atenção especial pelos mais abandonados e excluídos.

A “União Social Camiliana” (USC), que mantém colégios e faculdades na área da saúde – que hoje formam o Centro Universitário São Camilo – tem-se notabilizado pela produção literária. Além da revista O mundo da Saúde, com artigos de toda esta ampla área, com atenção especial à bioética, a USC vem publicando traduções de livros sobre o mesmo assunto e os textos de praticamente todas as disciplinas ministradas em seus cursos, preparados pelos respectivos professores. Entre outros, citamos o livro de Léo Pessini e Christian de Paul de Barchifontaine, Problemas atuais de Bioética, 3ª edição revista e ampliada, Ed. Loyola, São Paulo, 1996, que está sendo adotado como texto também em outras faculdades, e o de vários autores, tendo Leocir Pessini como organizador: Bioética e Pastoral da Saúde, ICAPS, Ed. Santuário, Aparecida, 1989.

Na América Latina, além do Brasil, os Camilianos estão presentes e atuantes na pastoral da saúde e no ensino da bioética na Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Haiti, e desenvolvem atividades esporádicas também em outros países. Os centros camilianos de pastoral da saúde (com ensino da bioética) mais conhecidos são os de Buenos Aires e Colômbia.

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