HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, causador da AIDS, que ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. Ter o HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. Há muitas pessoas que vivem com o vírus do HIV por anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Entretanto, essas pessoas chamadas de soropositivos podem transmitir o vírus a outras pessoas por meio de relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas (uso de drogas injetáveis), em transfusões sanguíneas, acidentes de trabalho ou de mãe para filho durante a gravidez (transmissão vertical) e a amamentação, quando não tomadas as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. Conhecer o quanto antes a sorologia positiva para o HIV aumenta muito a expectativa de vida de uma pessoa que vive com o vírus.

De acordo com o último boletim epidemiológico publicado pelo Ministério da Saúde em 2017, no ano de 2016 foram notificados aproximadamente 38.000 novos casos de HIV e até junho de 2017 foram mais de 16.000 notificações. Destes novos casos, 70% são homens e 30% mulheres. Outro dado que chama a atenção é que em ambos os sexos a faixa etária mais afetada varia entre 20 a 39 anos. A principal via de transmissão é a sexual (homossexual, bissexual e heterossexual), sendo responsável por aproximadamente 78% de novos casos nos homens e 84% nas mulheres. Por isso, o uso dos preservativos masculino ou feminino na relação sexual é a principal estratégia para a prevenção do HIV.

 

Você já ouviu falar da Profilaxia Pós-Exposição ou PEP?

A PEP é uma medida de prevenção de urgência à infecção pelo HIV, utilizada após qualquer situação em que exista risco de contágio, tais como:

• Violência sexual;
• Relação sexual desprotegida (sem o uso de camisinha ou com rompimento da camisinha);
• Acidente ocupacional (com instrumentos perfuro cortantes ou contato direto com material biológico).

A PEP é caracterizada por um tratamento com medicamentos antirretrovirais por 28 dias para impedir que o vírus HIV se multiplique no organismo da pessoa que foi exposta ao risco de contágio.

Para ter sucesso, é necessário que o tratamento comece o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras duas horas após a exposição e no máximo até 72 horas.

A PEP é oferecida gratuitamente pelo SUS, portanto, no caso de exposição acidental procure um serviço de saúde e seja claro nas suas informações ao profissional que fizer o seu atendimento.

Existe um aplicativo chamado PEP, disponível gratuitamente nos sistemas Android e iOS, que tem informações básicas e locais de atendimento em todo território nacional.

 

Atualmente, o tratamento do HIV/ AIDS é eficiente se for iniciado precocemente e diminui muito as chances de adoecimento e de transmissão do vírus.

Lembre-se que a prevenção é a melhor estratégia!

Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/ Aids e das Hepatites Virais. Boletim Epidemiológico – HIV e AIDS, 2017. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/ Aids e das Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para profilaxia pós exposição (PEP) de risco à infecção pelo HIV, IST e hepatites virais, 2018.

http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-e-hiv

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